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Facilitar o acesso a materiais e estratégias de redução de riscos a utilizadores de drogas

O trabalho de terreno realiza-se às segundas, quartas e sextas-feiras, num giro que contempla os principais locais de consumo e/ou afluência de consumidores problemáticos de drogas. Os horários e locais de intervenção têm necessariamente, ao longo do tempo de duração do projeto, os devidos ajustamentos, dadas as necessidades de adequação à população e ao território.
Os apoios alimentar e de vestuário constituem atividades que cobrem várias pretensões do projeto: dar resposta a necessidades básicas dos utentes e aumentar a adesão dos utentes à equipa por contemplar apoios que vão para lá da problemática do consumo. Para além disso, a alimentação, por exemplo, aumenta o tempo de permanência dos utentes com a equipa e propicia um ambiente de diálogo que permite a realização de um trabalho mais amplo e efetivo de redução de riscos e de apoio social.

 

Reduzir riscos associados ao consumo de drogas e às práticas sexuais

A equipa desenvolve como principais atividades a troca de material de consumo assético (para consumo injetado e fumado), disponibilização de preservativos, educação para a saúde e práticas de menor risco e cuidados de enfermagem. De facto, a troca de material de consumo por si só não garante mudança comportamental – é necessário um trabalho contínuo de informação e sensibilização para esse efeito.
Pretende-se assim diminuir, atenuar ou controlar os efeitos negativos do consumo de drogas, quer para os consumidores, quer para a comunidade local. Trata-se essencialmente de uma questão sanitária e de saúde pública, já que ao reduzir os comportamentos de risco junto da população toxicodependente se reduzem os riscos sociais e sanitários para a comunidade envolvente: por cada seringa que a equipa consegue recolher junto dos consumidores, será menos uma seringa no chão; por cada indivíduo que a equipa consegue encaminhar para tratamento de uma tuberculose diminui-se a probabilidade de contaminação da restante população.

 

Aumentar a aproximação dos UD a estruturas sociais e de saúde

A educação para a saúde num sentido mais amplo, bem como o apoio psicossocial e os encaminhamentos e acompanhamentos constituem as atividades que concorrem para este objetivo. Como resposta de proximidade, a equipa funciona como elo de ligação entre os utilizadores de drogas e as estruturas sociais e de saúde. É feito um trabalho individualizado com cada utente, respeitando o estádio de cada um no processo de definição de objetivos. Os encaminhamentos são sempre solicitados pelo UD, e a necessidade de acompanhamento à estrutura é avaliada pelo UD com o técnico de rua.

Como resposta de proximidade, a equipa funciona como elo de ligação entre os utilizadores de drogas e as estruturas sociais e de saúde. Esta aproximação pode funcionar em dois sentidos: na direção utente-serviço e na direção serviço-utente, criando com um canal facilitador da comunicação entre ambos. A título de exemplo, quando a equipa de proximidade marca uma consulta no hospital e acompanha o utente à mesma aumenta em grande medida a probabilidade de adesão à consulta. Do mesmo modo, o facto de a equipa de rua ajudar o utente a instruir o requerimento de RSI ou outro (verificando o correto preenchimento e a anexação da documentação necessária) e o acompanhar o utente no cumprimento do acordo de inserção em estreita colaboração com o protocolo de RSI, aumentará seguramente a probabilidade de cumprimento do referido acordo.

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